sábado, agosto 23, 2008

Academioa de ginástica em condôminios

Com a vida agitada dos dias atuais, nada mais cômodo e prático do que ter uma academia no salão do prédio. As salas de ginástica em condomínios tem sido um espaço cada vez mais utilizado pelos moradores.

Se a academia for bem equipada será um incentivo para quem pretende praticar um esporte e sempre arranja desculpas, e um conforto para aqueles que têm pouco tempo, pois o deslocamento é rápido e sem custos, além de poder desfrutar dos benefícios que a atividade física proporciona.

Mas em nome desta praticidade e conforto muitas vezes os moradores dos condomínios acabam por deixar de lado medidas importantes e de segurança para si próprios, como por exemplo, a contratação de um profissional da área de Educação Física credenciado pelo CREF (Conselho Regional de Educação Física).

Este órgão fiscaliza e identifica irregularidades no uso de equipamentos e na forma de contratação de profissionais. A fiscalização do Conselho poderá abrir um boletim de ocorrência em uma delegacia e o condomínio pode ser autuado por permissão de atividade ilícita.

A academia pode ser montada em um espaço adaptado desde que siga algumas orientações básicas e importantes como:

- Planejamento: a escolha do local deve ser de acordo com o número de condôminos, o espaço dever ser claro e arejado, o piso revestido com material antiderrapante para evitar acidentes como escorregões e dar melhor aderência aos equipamentos.

- Contratação de profissional habilitado: é fundamental. Existem empresas ou profissionais que prestam assessoria, desta forma não é necessário aumentar a folha de pagamento do condomínio com férias, décimo terceiro salário, etc.
Neste caso há duas formas de se fazer o pagamento: rateio feito por todas as unidades do condomínio ou o rateio feito apenas entre os apartamentos que irão utilizar os serviços. Outra opção é o condomínio procurar por uma boa academia no bairro e fazer uma parceria.

- Equipamentos: na hora da compra, opte por equipamentos da linha profissional que são usados nas grandes academias. Aparelhos para uso domésticos, de menor valor, se depreciam em menos de dois anos.

- Equipamentos necessários: esteiras, bicicletas ergométricas, colchonetes, halteres, caneleiras, bastão e estação de musculação são essências.

- Regras para utilização da academia: estabelecer regras é extremamente importante, pois através delas terá controle de quem freqüenta o espaço e a maneira de manuseio dos equipamentos. Deve haver dias e horários de funcionamento que deve respeitar as leis do prédio ou condomínio e uma cláusula dando ao usuário a responsabilidade de repor qualquer equipamento por ele danificado.

- Exame médico: É necessário a liberação de um médico para a prática de atividade física do morador, assim como também um termo de responsabilidade assinado pelo mesmo, por eventuais danos a saúde.

- Acesso restrito: é importante deixar liberado o acesso a academia somente para moradores do condomínio.

- Manutenção dos equipamentos: garante a durabilidade do material, que pode ser feito pelo próprio funcionário do prédio orientado pelo fabricante. Geralmente durante o prazo de validade a manutenção é mais uma limpeza do equipamento. Porém, um contrato de manutenção preventiva após o término da garantia é uma forma de evitar problemas.

Fonte: Uol - Cyber Diet

sexta-feira, agosto 15, 2008

Profesor Marcos Melo convida todos para o Aulão das Olímpiadas

Aerodanca Mix
Dança e música fazendo parte de sua vida e saúde

Marcos
Marcos convidou voc"e para o evento 'Aulão das Olimpíadas' em Aerodanca Mix
CONVIDO A TODOS PARA O AULÃO DAS OLIMPIADAS.
DANÇA E MUSICA EM CLIMA DE OLIMPÍADAS.
Abração à todos.
Prof. Marcos Melo.

Aulão das Olimpíadas Horário: 19 August 2008 às 21
Local: ACADEMIA TOP FIT
Organizado por: Marcos

Descrição do evento:
Aulão no clima das Olimpíadas.


Ver mais detalhes e RSVP em Aerodanca Mix:
http://aerodancemix.ning.com/events/event/show?id=2252293%3AEvent%3A83&xgi=9IcAFSs

terça-feira, julho 22, 2008

Está querendo um cartão de Crédito que não precisa comprovar renda, sem consulta ao SPC e Serasa?



O Cartão Megabônus Unibanco é um cartão que te dá bônus pelo seu consumo, pelo consumo de seus indicados, e pela compra de produtos do banco como plano de capitalização, seguros e muito mais. Além das comissões pelo consumo, ainda existem campanhas especiais que premiam pela indicação de novos clientes.

Saiba como fazer para ter o seu?

Esse cartão só funciona com convite, o que garante que as redes de convidados funcionem perfeitamente.

1. Ligue para o telefone do Unibanco - capitais e Regiões Metropolitanas: 4004-2030 Outras localidades: 0800 722 2030 e tecle a opção 2



2. Um atendente do Unibanco/Unicard irá atender, confirme que você quer o cartão megabônus.

3. O atendente colherá dados como RG, CPF , endereço (tempo de moradia), piso salarial

4. Como a demanda está muito grande, eles poderão fazer um pré-cadastro seu, apenas com Nome, Telefone, CPF para só depois te telefonarem pra completar o cadastro. O mais importante nesse caso é não esquecer o código de convite (117 103 203 3003). Sem ele você não poderá ter o cartão!

5. Continuando com o cadastro, ele irá perguntar o número da pessoa que lhe convidou a entrar no sistema (sempre lembrando que o número é o que aparece abaixo de seu nome no Cartão Mega Bônus).

6. Diga o código 117 103 203 3003. Precisa ser um número ativo, não adianta inventar qualquer número senão não funcionará.

7. Esclareça eventuais dúvidas com o atendente. Ele informará que seu cartão vai ser entregue em X dias.

Anote o necessário:
Tel: 4004-2030 ou 0800 722 2030

Atenção! Este é seu Código Indicador:
117 103 203 3003

segunda-feira, julho 21, 2008

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sexta-feira, junho 20, 2008

Estudo mostra efeito do Transtorno de Ansiedade Social.


Pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP mostra que uma auto-avaliação negativa sobre a realização ou não de uma tarefa pode determinar prejuízos nos relacionamentos sociais, levando a um Transtorno de Ansiedade Social (TAS) e doenças relacionadas, causadas pela depressão. O estudo da médica Maria Cecília de Freitas Ferrari também revela que quanto maior o volume da amígdala, estrutura cerebral responsável pela mediação das emoções, maiores são os sintomas da ansiedade social.

O Transtorno de Ansiedade Social (TAS) é caracterizado pelo medo de ser ridicularizado ou humilhado quando confrontado com situações sociais, como falar em público, por exemplo. “É comum confundir ansiedade social com timidez”, conta a pesquisadora. "Estudos já revelaram que o número de ansiosos sociais varia entre 5% e 13% da população mundial". Maria Cecília fez testes cognitivos e fisiológicos em 67 estudantes universitários com 18 a 30 anos, de ambos os sexos, divididos em três grupos: o primeiro com diagnóstico de TAS, o segundo com sintomas do Transtorno, mas sem prejuízos (diagnóstico sub-clínico), e o terceiro de pessoas saudáveis.

Os participantes foram submetidos a um teste de simulação de falar em público, diante de uma câmera de vídeo, que serviu para a realização de medidas cognitivas. Foram adotadas três escalas. A Visual Analogue Mood Scale (VAMS) avalia estados de ansiedade, por meio de 16 pares de adjetivos com sentidos opostos. A Self Statement of Public Speaking (SSPS-S) faz a avaliação da ansiedade envolvida na situação de falar em público. Por fim, foi aplicada a Bodily Symptoms Scale (BSS), que mede os sintomas somáticos, como sensação de calor, presença de sudorese e vontade de ir ao banheiro.

Auto-avaliação

Ao iniciar os testes e revelar a tarefa aos participantes, a pesquisadora diz que tanto aqueles com diagnóstico de TAS como os com diagnóstico sub-clínico apresentaram o mesmo nível de ansiedade e maior prejuízo cognitivo que o grupo-controle. A diferença apareceu na escala que mediu a SSPS-N, a auto-avaliação negativa na ansiedade envolvida na situação de falar em público. “As pessoas com diagnóstico sub-clínico foram muito melhores que aquelas que apresentaram diagnóstico de TAS, os chamados fóbicos sociais”, revela Maria Cecília.

Segundo a médica, o fóbico se vê muito pior que o sub-clínico e isso pode ser determinante para ele desenvolver uma patologia. "Se a auto-avaliação negativa for trabalhada será possível proteger esse individuo de uma ansiedade social", ressalta. Nos testes fisiológicos foram avaliadas a pressão arterial e a condutância da pele, ou seja, o computador capta a presença de sudorese na pessoa. Todos os testes foram aplicados antes, durante e após a simulação de falar em público. Após as avaliações, os voluntários foram submetidos à ressonância magnética, para verificar que estruturas cerebrais estavam envolvidas nos processos de ansiedade.

De acordo com a pesquisadora, a amígdala é muito estudada em transtornos de ansiedade porque tem maior atividade no ansioso. “Se ela está hiperativa, a pessoa não planeja bem suas ações”, explica. Nessa fase, constatou-se que quanto maior o volume da amígdala maior o sintoma de ansiedade. Na correlação entre os três grupos testados, na escala SSPS-N, auto-avaliação negativa e o córtex cingulado (estrutura cerebral envolvida no planejamento e execução das ações), verificou-se alterações apenas nos fóbicos e não-fóbicos.

A pesquisa Correlatos de morfometria cerebral de imagens de RM com medidas cognitivas e fisiológicas do teste de simulação de falar em público no espectro de ansiedade social foi realizada por Maria Cecília no programa de pós-graduação em Saúde Mental da FMRP. O estudo foi premiado como segundo melhor trabalho apresentado no 16º Congresso Europeu de Psiquiatria, realizado em Nice (França), em abril. Participaram também da pesquisa Antônio Waldo Zuardi, Geraldo Busatto, Fábio Duran, Thiago Borduqui, Antônio Carlos Santos, Davi Araújo, Alaor Santos Filho, Cristina Marta Del-Ben, R. Martín-Santos, Frederico Guilherme Graeff e Francisco Guimarães.

Texto: Rosemeire Soares Talamone
Fonte: Assessoria de Comunicação do campus de Ribeirão Preto

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sexta-feira, março 14, 2008

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quinta-feira, novembro 15, 2007

Vitamina D contra a tuberculose

Esta vitamina pode ajudar a aumentar a imunidade

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos e publicada pelo American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, revela que aplicações de doses orais de vitamina D podem ajudar o organismo a ficar mais imune contra a tuberculose. Os testes foram feitos com 192 pacientes adultos saudáveis que ficaram expostos à tuberculose.

Aqueles que receberam a dosagem de 2,5 miligramas da vitamina tiveram um aumento significativo de resistência à bactéria que provoca a doença.

Os pesquisadores lembram que antes do surgimento dos antibióticos, a vitamina D já era apontada como tratamento para os tuberculosos,mas que agora já se pode caminhar para estudos mais profundos que comprovem se ela também pode prevenir a doença.

Por Marco de Cardoso


quinta-feira, outubro 25, 2007

Contribuição Sindical Compulsória: Empresa não empregadora: Obrigatoriedade

Segundo entendimento da 5ª Turma do TRT-MG, expresso em decisão recente, a Contribuição Sindical compulsória, prevista no artigo 578, e seguintes, da CLT é devida por todos os que participam da categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal. Pela decisão, não importa o fato de a empresa participante da categoria econômica não possuir empregados. Quem explica é o desembargador José Murilo de Morais, relator de recurso em que a empresa - uma holding pura que exerce atividade econômica mediante participação em outras empresas - insistia na tese de que, por não ser empregadora e não integrar a categoria econômica, não seria sujeito passivo da Contribuição Sindical que a federação recorrida vem lhe cobrando desde 2002: "O fato de não ser a recorrente empregadora, não a isenta da Contribuição Sindical, pois, ao contrário do que sustenta, ter empregados não constitui requisito de legitimação" . Ele esclarece que o art. 579 da CLT estabelece simplesmente que a contribuição sindical é devida por todos aqueles que participam de uma determinada categoria econômica, sem ressalvas. "Assim, sendo a contribuição devida por todos, deve-se entender que o termo, empregadores, foi utilizado no inciso III do art. 580 da CLT não com intuito de excetuar os não-empregadores da obrigação, mas sim como sinônimo de categoria econômica, cujos integrantes, via de regra, são empregadores" - conclui o relator. Por esse fundamento, a Turma manteve a sentença que julgou improcedente a ação declaratória cumulada com repetição de indébito, negando provimento ao recurso da empresa.

Fonte: Sindicato das Academias do Estado de São Paulo

quarta-feira, outubro 03, 2007

CONTABILIDADE GERENCIAL: SAIBA COMO UTILIZÁ-LA

A contabilidade é uma ferramenta indispensável para a gestão de negócios. De longa data, contadores, administradores e responsáveis pela gestão de empresas se convenceram que amplitude das informações contábeis vai além do simples cálculo de impostos e atendimento de legislações comerciais, previdenciárias e legais.

Contabilidade Gerencial, em síntese, é a utilização dos registros e controles contábeis com o objetivo de gerir uma entidade.

A gestão de entidades, sabidamente, é um processo complexo, inesgotável, mas controlável quando se tem uma adequada contabilidade.

Além do mais, o custo de manter uma contabilidade completa (livros diário, razão, inventário, conciliações, etc.) não é justificável para atender somente o fisco. Informações relevantes podem estar sendo desperdiçadas, quando a contabilidade é encarada como mera burocracia para atendimento governamental.

Objetivamente, o custo médio de uma contabilidade de empresa de pequeno porte (faturamento até R$ 120.000/mês) é acima de R$ 600,00. Numa empresa de médio porte (faturamento até R$ 1.000.000/mês) este custo vai a R$ 3.000,00 ou mais. Tais empresas precisam aproveitar as informações geradas, pois obviamente este será um fator de competitividade com seus concorrentes: a tomada de decisões com base em fatos reais e dentro de uma técnica comprovadamente eficaz – o uso da contabilidade.

A contabilidade gerencial não “inventa” dados, mas lastreia-se na escrituração regular dos documentos, contas e outros fatos que influenciam o patrimônio empresarial.

Dentre as utilizações da contabilidade, para fins gerenciais, destacam-se, entre outros:

1. Projeção do Fluxo de Caixa

2. Análise de Indicadores

3. Cálculo do Ponto de Equilíbrio

4. Determinação de Custos Padrões

5. Planejamento Tributário

6. Elaboração do Orçamento e Controle Orçamentário

CONDIÇÕES

O primeiro passo para uma contabilidade verdadeiramente gerencial, é que esta seja atualizada, conciliada e mantida com respeito às boas técnicas contábeis.

Desta forma, pressupõe-se, entre outros, que uma contabilidade para uso gerencial deva ter:

1. Contas bancárias devidamente “fechadas” com os respectivos extratos, sendo as diferenças demonstradas e que tais diferenças não afetem o resultado pelo regime de competência. Admite-se, tão somente, as típicas “pendências” bancárias, como cheques não compensados e pequenos valores de débitos e créditos a ajustar. Valores expressivos, como débitos de juros e encargos sobre financiamentos, devem estar contabilizados.

2. Provisões de Férias e 13º Salário feitas mensalmente, com base em relatórios detalhados do departamento de recursos humanos. A falta de provisão mensal distorce as demonstrações contábeis, pois o regime de competência não é atendido.

3. Depreciações, amortizações e exaustões, contabilizadas com base em controles do patrimônio.

4. Registro dos tributos gerados concomitantemente ao fato gerador, efetuando-se também a Provisão do IRPJ e CSLL, conforme regime a que está sujeito a empresa (lucro real, presumido ou arbitrado).

5. Nas empresas que se dedicam às atividades imobiliárias, optar por contabilizar custos orçados das obras. Outras atividades também exigirão técnicas contábeis específicas, como as cooperativas e as instituições financeiras.

6. Receitas, custos e despesas, reconhecidas pelo regime de competência, como detalhado adiante.

O REGIME DE COMPETÊNCIA CONTÁBIL

O reconhecimento das receitas e gastos é um dos aspectos básicos da contabilidade que devem ser conhecidos para poder avaliar adequadamente as informações financeiras.

Sob o método de competência, os efeitos financeiros das transações e eventos são reconhecidos nos períodos nos quais ocorrem, independentemente de terem sido recebidos ou pagos.

Para todos os efeitos, as Normas Brasileiras de Contabilidade elegem o regime de competência como único parâmetro válido, portanto, de utilização compulsória no meio empresarial.

Fonte: Júlio César Zanluca é Contabilista e autor do "Manual de Contabilidade Gerencial".'