domingo, maio 13, 2012

Glúten e derivados do leite só devem sair da dieta em último caso


Alimentos com glúten não devem ser cortados porque são ricos em fibras, ajudam a reduzir a absorção de colesterol e aumentam a sensação de saciedade

por: Daniela Macedo, de Veja

Pães, biscoitos, massas e cerveja são alimentos que contém glúten, transformado em vilão em várias dietas
Cortar esses alimentos é imperativo para quem sofre de doença celíaca ou tem intolerância à lactose. Mas a prescrição virou moda: até dietas de emagrecimento já mandam riscar essas substâncias do cardápio. Veja o que dizem os especialistas sobre os riscos de abolir o glúten e a lactose.

Glúten

Quem deve deixar de consumir: portadores da doença celíaca, que atinge entre 1% e 3% da população. Nessas pessoas, a ingestão de glúten desencadeia um processo inflamatório na mucosa intestinal que compromete a absorção de nutrientes, o que pode provocar desde anemia até distúrbios graves, como osteoporose e câncer.

Risco de cortar o consumo sem indicação médica: a proteína do trigo está presente em praticamente todos os alimentos que contêm carboidratos, inclusive pães, biscoitos, massas e cerveja. Mas cortá-la da dieta não é recomendável. “Os cereais integrais, que contêm glúten, oferecem diversos benefícios à saúde. Como são ricos em fibras, eles melhoram o trânsito intestinal, ajudam a reduzir a absorção de colesterol e aumentam a sensação de saciedade”, explica o endocrinologista e nutrólogo João Cesar Castro Soares, da Unifesp

Lactose

Quem deve deixar de consumir: o déficit de enzimas responsáveis pela digestão da lactose (açúcar do leite) atinge cerca de 20% da população. Há, porém, diferentes graus de intolerância à lactose. “Nos casos mais leves, não é preciso eliminar o consumo de derivados de leite, pois o processo de fermentação na fabricação de iogurtes e queijos reduz a concentração de lactose do alimento sem comprometer sua taxa de cálcio”, diz o nutrólogo Durval Ribas Filho.

Risco de cortar o consumo sem indicação médica: abolir o consumo de lactose e, consequentemente, de leite e seus derivados, aumenta o risco de osteoporose, já que grande parte do cálcio absorvido de alimentos vem dos laticínios.


É uma Balada ou treino? (EUA)


por Luciani Gomes (ISTO É independente)

Nos dias de hoje, conseguir um horário para ir à academia de ginástica em meio aos compromissos é um desafio. Mas vem dos Estados Unidos uma iniciativa que tem tudo para se espalhar mundo afora. Trata-se dos treinos-festa, ou party workouts, aulas realizadas dentro de boates ou nas próprias academias transformadas em opção de lazer noturno, com espelhos, luz negra e DJs. As músicas são cuidadosamente selecionadas pelos instrutores com o objetivo de levar os participantes a suar muito. Para refrescar, depois, champanhe, drinques, vinho e cerveja como recompensa. E a aula, que no esquema normal acabaria com cada um seguindo seu caminho, termina em clima de festa e a rotineira paquera noturna.

Uma das primeiras a oferecer o serviço foi a Soul-Cycle, academia especializada em spinning. “Trouxemos o conceito de tornar o fitness tão eficiente quanto divertido como uma festa”, contou à ISTOÉ a relações-públicas da academia fundada há seis anos, Gaby Cohen, 28 anos. As aulas são oferecidas nas noites de segunda, terça e sexta-feira. Vendidas por pacote, em lotes, Gaby diz que os 60 lugares disponíveis por aula ficam esgotados rapidamente. O público é o mais diverso possível. “Não importa o gênero ou a faixa de idade. Essencial é a pessoa estar interessada em pedalar e se divertir muito ao mesmo tempo”, explicou ela.


Em Houston, no Texas, a aula Night Club Cardio é a sensação da boate Pravada, onde, todas as terças-feiras das 18h30 às 19h30, o salto alto, a maquiagem e os ternos dão lugar ao tênis, à roupa de ginástica e a muito suor. A música é de boate, mas as regras são diferentes. Dançar livremente é parte da aula, que envolve também exercícios abdominais, de perna e glúteos, entre outros. “Queria ir a uma boate de tênis e roupa de ginástica só para dançar, com o objetivo de suar e queimar calorias. Liguei para uma amiga dona de uma boate e tiramos o projeto do papel”, lembra Jennifer Brugh, 41 anos, que instituiu a atividade por lá. As aulas contam com no mínimo 75 e no máximo 150 alunos – entre os quais alguns brasileiros.

Na academia Uplift, em Manhattan, em Nova York, os alunos têm 45 minutos de intensos exercícios cardiovasculares e de força e o resto da noite para baladas regadas a bebidas alcoólicas ou mesmo a café. As academias costumam cobrar em torno de US$ 35 por aula, um pouco mais caro que o preço mensal pago no treino diurno. A grande adesão mostra que a opção já foi aprovada.


Concorrência faz academias do Recife investirem nas promoções (PE)


por Hugo Bispo, da equipe do Diario de Pernambuco

Sendo chegado ou não à malhação, você já deve ter percebido: houve uma proliferação de academias de musculação e ginástica no Recife nos últimos anos. Impulsionado pelo aumento da renda e do consumo da população, o mercado de fitness cresceu, modernizou-se e, principalmente, apostou na diversificação. Hoje, só não malha quem não quer. Há opções para todos os gostos - e bolsos. E, como resultado da concorrência, os preços caíram.

Uma das academias que reduziram as mensalidades para manter a competitividade foi a HI, que já está há oito anos no mercado. Com filiais espalhadas em bairros nobres da cidade, como Boa Viagem e Espinheiro, a marca passou a optar por preços mais baixos do que os praticados originalmente. “O mercado recifense está em franca ascensão e com isso, a rede está se adaptando a esse novo modelo, pois concorrências estão chegando e oferecendo serviços de qualidade como o nosso e com valores abaixo dos praticados na cidade”, explica o gerente técnico da HI, Ricardo Menezes.

De olho no novo mercado emergente, puxado sobretudo pela classe C, o grupo está investindo também em academias com valores mais baixos que os atuais. “Hoje são três unidades no Grande Recife. O objetivo é dobrar até o fim deste ano”, afirma Menezes.

Outra rede que está investindo pesado em academias voltadas para a nova classe média é a franquia nacional Smart Fit. Apesar de ocupar uma área de grande porte nas dependências do Carrefour, na Torre, e investir em máquinas topo de linha, há mensalidades de até R$ 49,90. O valor fica um pouco mais alto quando se acrescentam os custos com taxa de adesão e anuidade.

O mercado voltado para a classe A, por sua vez, parece não ter sido muito afetado pelo aumento do número de academias. Por tratar de um público com demandas bastante específicas, esse setor não sofreu tanto com a concorrência. “Realmente há uma academia em cada esquina. Mas mantivemos o preço, reajustando apenas de acordo com a inflação”, diz Rodrigo Longman, dono da academia R2.  “Oferecer uma estrutura de qualidade, boa localização e renovação constante são suficientes para manter o público.”

Outro investimento de peso voltado para a classe A foi o lançamento, no fim do ano passado, da academia Supère, em Boa Viagem. Mais de R$ 2 milhões foram gastos em projeto, infraestrutura e compra de equipamentos. O empreendimento, segundo o empresário Wilson Miranda, é inédito no país porque integra, além de espaço para ginástica, ambientes para arte terapia e bistrô. Iluminação e som ambiente são outros cuidados. “O ramo de academias no Recife é promissor e explorado de forma equivocada. O que buscamos fazer é a pessoa malhar por prazer, e não por obrigação”, diz Miranda. A mensalidade custa R$ 500.

Cuidados extras

Mesmo que o aumento exponencial de academias tenha facilitado o acesso aos exercício acessível, tome cuidado quanto ao local onde pretende malhar. É imprescindível que a academia tenha profissionais e equipamentos qualificados. Caso contrário, em vez de melhorar sua saúde, você vai prejudicá-la. E é aí que o barato sai caro. O professor de educação física da Universidade Federal de Pernambuco Eronivaldo Pimentel explica que a boa localização da academia costuma ser um bom indício de sua qualidade. “Em geral, as academias mais caras são as mais difíceis de apresentarem problemas.”


Academias de ginástica de São Paulo passam a cobrar exame médico após lei aprovada



Uma lei aprovada em São Paulo determina que as academias de ginástica exijam de seus alunos exames médicos para a realização de exercícios – no ato da matrícula e a cada seis meses. A medida visa garantir mais segurança para os alunos e estabelecimentos, e já está em vigor.

A designer Vanessa Morgan da Silva freqüenta academias há 10 anos, e vai ao médico anualmente. Agora, ela terá que dobrar a realização de exames. “É super importante mesmo, para preservar a nossa própria saúde e a vida mesmo, dependendo do caso”, afirmou.

Segundo o médico Miguel Akkari, os exames semestrais trazem mais segurança para a realização dos exercícios, e permitem que possíveis problemas sejam detectados rapidamente. As academias também ficam mais protegidas – os professores têm ainda mais certeza de que todos estão aptos a fazer exercícios.
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Os exames podem ser feitos em qualquer médico – a academia não pode exigir que a avaliação seja feita com o médico do estabelecimento.

O coordenador de uma academia na Zona Norte de São Paulo reclama que alguns alunos tentam driblar a lei e até receita de farmácia já foi entregue como atestado. “A gente analisa linha por linha, nome do médico, CRM, nome do aluno, idade, todas as informações têm que ser fidedignas”, contou Daniel Gusmão.

A lei foi sancionada em fevereiro pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e determina a elaboração de atestado no qual deverá constar, obrigatoriamente, o nome completo do médico, seu número no Conselho Regional de Medicina (CRM) e eventuais observações relativas ao aluno.

Além de exigir o exame semestral, a nova redação insere outra novidade: a partir de agora, menores de idade deverão apresentar, além do exame médico, a autorização de seus pais ou responsáveis para a prática de atividades físicas, que poderá ser pessoal ou por escrito.

A lei permite que a academia aceite atestado assinado tanto pelo médico da própria academia de ginástica quanto por qualquer outro médico da confiança do aluno.

As academias que não cumprirem a lei poderão ser enquadradas como infração sanitária e podem ficar sujeitas a penalidades previstas no Código Sanitário do Município de São Paulo (Lei 13.725, de 9 de janeiro de 2004), entre elas multa e até fechamento administrativo.

Fonte: G1


terça-feira, maio 08, 2012

Por falta de prova inequívoca, Ecad não ganha liminar



Por Jomar Martins

A tutela antecipada só pode ser deferida se contemplar a conjugação de dois requisitos: a prova inequívoca da verossimilhança das alegações e o perigo de dano irreparável ou o abuso do direito de defesa. E a verossimilhança não significa apenas a aparência de veracidade dos fatos, mas a prova. Sob este entendimento, a 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul indeferiu liminar pedida pelo Escritório Central de Arrecadação (Ecad), como medida cautelar dentro de uma ação de cobrança de direitos autorais, por manifesta improcedência. A decisão foi tomada em caráter monocrático no dia 13 de abril, pelo desembargador Ney Wiedemann Neto.

O Ecad ajuizou ação ordinária de cumprimento de preceito legal contra uma academia de ginástica de Porto Alegre, que estaria executando músicas sem pagar os direitos autorais à autarquia. O órgão é o arrecadador oficial dos músicos e compositores.

O juízo de primeiro negou o pedido de antecipação da tutela. O Ecad, então, recorreu desta decisão ao Tribunal de Justiça, interpondo Agravo de Instrumento.

Em suas razões, a autarquia informou que a academia vem executando obras musicais desde 2007, sem recolher os direitos autorais. Sustentou a necessidade do deferimento da tutela antecipada como forma de evitar o ilícito, sua repetição e continuidade.

O desembargador Ney Wiedemann Neto disse que não via, ‘‘nesta estreita sede do Agravo de Instrumento’’, a presença do risco de dano irreparável ou de difícil reparação — conforme o artigo 273, caput e inciso I, do Código de Processo Civil —, no sentido de proibir a execução de obras musicais na academia.

O magistrado explicou que o juiz, por requerimento da parte, poderá antecipar os efeitos da tutela desde que, existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação. Ou fique caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. ‘‘Tenho que, no caso em tela, inexiste a ocorrência de prova inequívoca dos fatos articulados pelo agravante (Ecad), requisito indispensável à concessão da tutela antecipada, existindo a necessidade de dilação probatória (prazo concedido aos litigantes para a produção de provas), a fim de que se conduza ao convencimento da verossimilhança das alegações trazidas.’’

Para Wiedemann, citando Humberto Theodoro Júnior, ‘‘é inequívoca a prova capaz, no momento processual, de autorizar uma sentença de mérito favorável à parte que invoca a tutela antecipada, caso pudesse ser a causa julgada desde logo’’.

Já o requisito de verossimilhança das alegações, ensina o mesmo autor, diz respeito ao juízo de convencimento a ser feito em torno de todo o quadro fático invocado pela parte que pretende a antecipação de tutela, não apenas quanto à existência de seu direito subjetivo material, mas também e, principalmente, no relativo ao perigo de dano e sua reparabilidade.

E este não é o caso dos autos, segundo o desembargador Wiedemannn, uma vez que falta a indispensável demonstração do alegado através de uma prova robusta e inequívoca. ‘‘Ainda que os documentos juntados aos autos aludam à violação aos direitos autorais (...), não vejo como, neste momento de cognição sumária, coibir a agravada (academia) de utilizar-se de músicas em seu trabalho, sem prova irrefutável’’, complementou.

Por fim, o desembargador observou que se a academia ficar sem música ambiental sofrerá prejuízos significativos, que podem até acarretar inviabilidade de seu negócio, com a consequente inviabilidade de pagamento dos valores pretendidos.

Jomar Martins é correspondente da revista Consultor Jurídico no Rio Grande do Sul.

Revista Consultor Jurídico, 7 de maio de 2012

sábado, maio 05, 2012

Como escolher a esteira mais adequada para você

Muitas pessoas queixam-se de não ter tempo para praticar esporte. Se você pertence a este grupo, talvez esteja na hora de comprar uma esteira para sua casa.

A esteira é um dos equipamentos essenciais para poder fazer exercício sem sair de casa. No entanto, antes de se dirigir a uma loja deve ter em conta estes 10 conselhos essenciais:
  1. Primeiro que tudo, faça uma pesquisa na Internet: não faltam guias que podem ensinar a escolher a melhor esteira para você.
  2. Mesmo que veja uma esteira que lhe agrade numa loja num centro comercial, não a compre sem antes comparar o preço com os praticados na Internet.
  3. Comprar uma esteira não é complicado. Só tem de saber o que quer fazer ou quais os objetivos que pretende atingir com a máquina.
  4. A maioria das esteiras são feitas ou em ferro ou em alumínio. Cada um dos materiais tem as suas vantagens e desvantagens. As esteiras de ferro são mais pesadas e por isso mais estáveis. No entanto, têm tendência para enferrujar. Já as esteiras em alumínio têm uma maior durabilidade o que as torna mais caras.
  5. Deve procurar adquirir uma esteira com um sistema de amortecimento de qualidade. Este deverá reduzir a pressão nas suas articulações ao mínimo o que poderá evitar lesões.
  6. O tamanho da superfície de corrida também é um fator importante. Esta deverá ter, no mínimo, 1,05 metros.
Certifique-se que a esteira que pretende adquirir está equipada com todos os mecanismos de segurança atuais.

A máquina deve estar equipada com programas de inclinação que deverá ajustar consoante o seu treino e as suas necessidades.

A grande maioria das esteiras à venda são eletrônicas. Estas são uma boa opção uma vez que trazem vários treinos pré-programados bem como um controlador de ritmo cardíaco.


Saiba quais os alimentos que diminuem a hipertensão


A hipertensão é agravada pela alimentação adequada, principalmente aquelas em que há elevação do teor de sal. De acordo com a recomendação de cardiologistas, tudo o que comemos pode afetar a composição química do nosso sangue e a pressão arterial de maneira significativa, por isso os hipertensos devem ter um cuidado redobrado e seguir a risca a orientação dada por especialistas.

O primeiro passo é reduzir o sódio e o sal da alimentação, considerando que 75% do sal que consumimos vem de alimentos processado, estes devem ser cortados do cardápio de quem possui pressão alta. O alho pode ser um excelente substituto do sal, pois além do sabor, a sua capacidade de reduzir a pressão do sangue é altamente benéfica.Pesquisas mostram que a medicação dos hipertensos pode levar a perda de potássio, gerando um desequilíbrio prejudicial ao paciente. Portanto, alimentos como banana, laranja, batata, tomate e leite, deve fazer parte da dieta diária, para reajustar o equilíbrio sódio e potássio.
cálcio
O nosso coração precisa de cálcio para manter o ritmo, bem como os rins também precisam para regular o equilíbrio sódio-água do corpo, assim, também faz-se necessário a ingestão diária de alimentos ricos neste mineral. Por isso, invista nos leites, iogurtes, queijos e peixes.

Outra dica é aumentar as porções diárias de frutas e vegetais gradativamente, adequando uma ou duas porções extras em cada refeição. Além de deixar o seu cardápio mais natural, você vai estar comendo menos gordura e sal, e em contrapartida,  mais fibras e potássio, o que auxilia na redução da pressão arterial. É importante deixar claro que a dieta não é a única maneira de controlar a pressão arterial, mudanças no estilo de vida também contribuem para a redução da pressão arterial. Aproveite as dicas dadas e consulte o seu médico antes de fazer qualquer mudança radical na sua alimentação.